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Atendemos os seguintes convênios odontológicos:

 

  1. São Francisco Odontologia

  2. Unimed Odonto

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  4. Prevident

  5. Mafre Odonto

  6. Sorriso

  7. Odontoprev

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  11. Entre outros

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DICAS E ORIENTAÇÕES
PÓS-OPERATÓRIAS

 

Ao submeter-se a uma cirurgia, siga atentamente estas orientações passadas a você pelo seu cirurgião dentista.



ANESTESIA: Não fique mordiscando os lábios e a língua, pois poderá feri-los gravemente sem se dar conta.



SANGRAMENTO (HEMORRAGIA): O local da ferida foi suturado, é normal em pequeno sangramento. Para evitar sangramentos maiores é preciso:



BOCHECHOS: Não fazer bochechos de espécie alguma nos primeiros dias após a cirurgia.



BOLSA DE GELO: Para prevenir o sangramento excessivo e evitar a dor pós-operatória, aplique bolsa de gelo no local operado, durante as 24 horas.



EM CASO DE SANGRAMENTO LEVE: Coloque uma gaze dobrada no local e morda durante uma hora, se a hemorragia persistir entre em contato conosco.



DOR: Dor leve e moderada é normal nos três primeiros dias. No caso de dor intensa e pulsátil que não se resolve com os medicamentos. Nos procure.



EDEMA (INCHAÇO): É uma reação normal controla pelos medicamentos nos primeiros dias da cirurgia. Se o edema persistir por mais de uma semana, nos procure.



PARA DORMIR: Apóie a cabeça de modo que fique mais elevada que o corpo. Durma com a face virada para o teto.

ALIMENTAÇÃO: Nos primeiros dias após a cirurgia, tenha uma alimentação líquida ou pastosa em temperatura ambiente ou fria. Alimentação quente ou que exija muita mastigação causará além de sangramento, dor.

HIGIENE: Escove normalmente seus dentes, tendo cuidado especial na área operada. Nesta região use uma escova extra macia e faça movimentos bastante delicados.

MEDICAÇÃO: Você foi medicado (a), siga rigorosamente as instruções do seu cirurgião dentista quanto à medicação prescrita. Em caso de dúvida nos procure. Após sete dias da cirurgia, retorne para remoção da sutura e cuidados pós operatórios. Não deixe de comparecer, pois o pós operatório é muito importante.

Tratamento Endodôntico

 

Esclarecimentos sobre o Tratamento Endodôntico

O que é tratamento endodôntico? É a remoção do tecido mole que se encontra na parte mais interna do dente (câmara e canal), e que recebe o nome de polpa. Esta pode estar sadia ou infectada e, ao ser removida, é substituída por um material obturador.


Quais são os sintomas mais característicos para se indicar o tratamento endodôntico?

Dor espontânea – isto é, o dente começa a doer sem estímulo – de forma latejante, não muito bem localizada e que aumenta com o calor. Nesse caso, a polpa ainda está viva, porém inflamada, e o uso de analgésicos não resolve. Já quando há morte da polpa, geralmente a dor é bem localizada, havendo sensação de “dente crescido” e dor ao mastigar. Além disso, ao se abaixar a cabeça, tem-se a sensação de que o dente “pesa”.


Sempre que um dente dói, deve receber tratamento endodôntico?

Não. Os dentes podem ter resposta dolorosa a qualquer estímulo fora do normal: frio intenso, calor intenso, doce e salgado. Esses sintomas são observados em dentes cariados, em dentes com o colo exposto (retração das gengivas) e em dentes submetidos à carga intensa (durante a mastigação). Nesses casos, removendo-se a causa, cessa a sensibilidade.
 

Em quantas sessões se faz um tratamento endodôntico?

O tratamento pode levar de duas a três ou mais sessões, dependendo do dente.
 

O tratamento é muito dolorido?

Com o uso da anestesia, o tratamento é indolor e, às vezes, nos casos de polpa mortificada, nem é preciso anestesia. Pode ser desconfortável por ser necessário permanecer muito tempo com a boca aberta.
 

Após as sessões de tratamento, é comum sentir dor?

Não. O que pode acontecer nas primeiras 48 a 72 horas é ficar com uma sensação dolorosa decorrente da aplicação do anestésico e da manipulação do dente, que pode ser resolvida pela ingestão de analgésico tipo AAS.
 

Um dente já tratado pode receber novamente tratamento endodôntico?

Em que casos isso é necessário? Sim, geralmente quando no primeiro tratamento não foi possível seguir os padrões exigidos, mesmo com todos os cuidados do seu dentista, como limpeza (remoção de todos os microorganismos), preenchimento hermético do canal com o material obturador etc. Essa incorreções podem provocar lesões na ponta da raiz (Peri ápice) do tipo abscesso e lesões crônicas.
 

Este tratamento é completamente eficiente?

Sim, desde que bem executado e que os outros procedimentos que reconstituirão o dente, como restauração, coroa, incrustações, tratamento gengival etc., também sejam bem executados.
 

O dente morre depois do tratamento?

Não, pois todo o suporte desse dente permanece vivo: osso, membrana periodontal (fibras que fixam o dente ao osso) e cemento (camada que recobre as raízes). O inconveniente é que, como é a polpa que confere sensibilidade ao dente, se o mesmo for novamente atacado por cárie, isso não será percebido devido à ausência de sensação dolorosa. Outro possível problema é que o dente toma-se mais frágil, e isso deve ser levado em conta no momento da execução da restauração definitiva, que nesse caso, deve ter características diferentes.
 

Sempre que se trata o canal o dente escurece?

Não. O que acontece é a perda do brilho, o que dá um aspecto mais amarelado. O escurecimento acontece quando o dente sofre uma hemorragia ou mortificação pulpar antes do tratamento.
 

O que poderá ocorrer se o tratamento endodôntico não for realizado?

Poderá se desenvolver uma lesão apical (infecção na raiz e nos tecidos vizinhos), que poderá ter conseqüências mais sérias, como dor intensa, inchaço, febre e bacteremia (bactérias na corrente sanguínea). A única solução a partir daí poderá ser a extração do dente.

REVISTA DA APCD V. 49, n° 2, MAR./ABR.1995

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VEJA BEM!
Assista o vídeo exibido pelo Globo Repórter, a matéria foi ao ar em 24 de setembro de 2010.
Com o tema: A doença periodontal está relacionada a problemas do coração.
Doença Periodontal

O que é periodonto?

 

É o conjunto de tecidos que está ao redor do dente e que é responsável pela sua fixação: gengiva, osso alveolar e fibras que ligam raiz ao osso.



O que é Doença Periodontal (DP)? É a mesma coisa que gengivite?


É o comprometimento dos tecidos periodontais pelo processo inflamatório infeccioso, que leva à reabsorção do osso que está ao redor das raízes dos dentes, enquanto que, na gengivite, não há alteração óssea, pois a inflamação só atinge a gengiva, porem toda a gengivite não tratada poderá evoluir para uma doença periodontal.


A doença periodontal tem cura?                                                                                                                                                                                                                                Não, a doença periodontal não tem cura, mas com tratamento adequado, seu cirurgião dentista poderá controlar a doença, e seus retornos periódicos ao seu dentista para a manutenção do tratamento, ajudarão no controle da doença.

 

Como posso saber se já tenho a DP?


O sinal mais característico é o sangramento ao escovar os dentes e ao usar o fio dental, mas devemos estar atentos também para: alterações na posição dos dentes, mobilidade, retrações gengivais, retenções de alimento entre os dentes, inchaço, e até presença de pus entre a gengiva e os dentes (abscessos periodontais).


Ao perceber sangramento durante o uso do fio dental, devo suspender esse procedimento de limpeza?


Não, desde que esteja passando o fio corretamente, o sangramento denota a presença de bactérias nessa região e, dessa forma, é conveniente continuar com o uso do fio na tentativa de removê-las.


Existem medicamentos indicados para o tratamento?


Não é possível o tratamento desta doença somente com medicamentos, sejam estes locais ou sistêmicos. A placa bacteriana aderida ao dente tem que ser removida mecanicamente pelo seu dentista através de limpeza e raspagem.
 

Qual a causa da DP?


A placa bacteriana aderida ao dente é a única causa, porém algumas alterações na gengiva podem estar associadas a causas hormonais, uso de alguns medicamentos, queda de resistência e a outras doenças mais graves.
 

Como o tratamento é realizado pelo cirurgião-dentista?


O tratamento é  feito com a remoção da placa bacteriana aderida através de raspagem e alisamento das raízes dos dentes. Quando os instrumentos de raspagem não atingem toda área da raiz comprometida, as cirurgias são indicadas para facilitar o acesso a área e limpar a raiz.


Uma vez tratada a doença, os tecidos recuperam-se integralmente?


Não, sempre ficam seqüelas, com exceção das gengivites. A doença periodontal deixa como seqüelas alterações estéticas como: deslocamento na posição do dente, retração gengival com conseqüente aumento no comprimento do dente, etc. Existem procedimentos cirúrgicos e protéticos que podem miminizar esses defeitos.


Se eu não tratar adequadamente a doença periodontal, o que pode acontecer?                 

                                                                 

Alem de prejudicar sua saúde, quando não tratada adequadamente, a doença periodontal, progride até a destruição completa do periodonto, com conseqüência a perda de todos os dentes da boca.


De quando em quando se fazem os retornos para a manutenção após o tratamento?


As visitas para manutenção devem assegurar a estabilidade da condição de saúde alcançada com o tratamento e, assim, evitar tanto a o progressão da doença como a sua recidiva.Nos casos mais avançados, recomenda-se uma periodicidade de 3/3 meses e de 4/6 meses para a maioria das pessoas.
 

E possível prevenir esta doença?


A sua prevenção pode ser feita unicamente removendo a placa bacteriana através de limpeza bucal doméstica com fio dental e escova, mais limpezas periódicas feitas pelo dentista.
 

Prevenção: Limpeza bucal doméstica + Limpeza profissional de 6/6 meses.
 

LEMBRE SE SEMPRE : O TRATAMENTO DA DOENÇA PERIODONTAL, TAMBÉM DEPENDE MUITO DE VOCÊ! COMPAREÇA A TODAS AS CONSULTAS AGENDADAS, FAÇA O TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO NA EPOCA INDICADA E MANTENHA UMA RIGIDA HIGIENE ORAL DIARIA EM CASA. SOMENTE ASSIM SEU TRATAMENTO TERÁ SUCESSO.

REVISTA DA APCD V. 48, Nº 6, NOV./DEZ. 1994

Dentaduras (Próteses Totais)


​Qual o tempo de duração de uma dentadura?


A cada 5 anos, o paciente deverá procurar o seu cirurgião-dentista, para uma análise criteriosa para confecção de novas dentaduras. Estética, harmonia facial, desgaste dos dentes, envelhecimento precoce, falta de retenção, reabsorção óssea, dores em algumas áreas são alguns itens importantes para indicação ou não de uma nova dentadura.


Quanto tempo é necessário para se acostumar às dentaduras?


A dentadura inferior leva 4 vezes mais tempo que a superior. Quanto mais tempo você empregar na mastigação, melhor será a adaptação. Não coma porções grandes de alimentos no princípio. Divida os alimentos em pequenas porções. Você terá dor e desconforto no começo; se aparecerem pontos dolorosos ou "calos" procure seu dentista, que lhe dará alívio necessário.
 

​Que tipo de alimentos devo comer?


Coma somente alimentos macios e cremosos nos primeiros dias; à medida que for progredindo, coma alimentos mais sólidos e mastigue vagarosamente e por igual a fim de controlar a dentadura e a pressão das gengivas ao morder.


Tome cuidado com alimentos duros, como torresmos, e  cuidado com alimentos que possuem partes duras como OSSOS, pois com a mordida em áreas duras, poderá haver danos a prótese, como fraturas dos dentes e do acrílico.
 

​É difícil falar com as novas dentaduras?


Se você tem tendências de misturar as palavras, ou parece difícil, pratique falando em voz alta em frente ao espelho. Normalmente, rapidamente se aprende a falar com a nova prótese.
 

​Por que as dentaduras "machucam"?


Quase sempre elas irão provocar pequenas ulcerações na sua gengiva. É muito difícil fazer dentaduras que não traumatizem a fibromucosa, provocando dores. Quase sempre é necessário realizar controles posteriores, desgastes, ajustes oclusais etc.; não esquecer que as dentaduras são duras, rígidas e o tecido da gengiva é muito delicado e sensível.
 

​0 que fazer com a sensação de "boca cheia"?


Para diminuir seus efeitos, engula com mais freqüência, e, depois de alguns dias, seu organismo se adaptará às novas condições. Os músculos dos maxilares, dos lábios, assim como a língua, ajudam a manter a dentadura no lugar.
 

​Quando as dentaduras provocam náuseas e enjoos, o que fazer?


0 melhor remédio é usá-las o maior tempo possível. Esse reflexo passará logo. Seu dentista pode ajudar verificando a extensão da base e a adaptação no céu da boca.
Devo dormir com as dentaduras?


Muitos usam suas dentaduras artificiais durante as 24 horas; no entanto, se sentir dificuldades porque acorda com dor na boca, ou elas soltam à noite, melhor dormir sem elas.
 

​Como limpar as dentaduras?


Sempre que se alimentar, fazer o possível para lavar as dentaduras por meio de escovas macias. Não usar pó para polir, eles podem conter cáusticos alcalinos, ácidos ou partículas, os quais podem arranhá-la. 0 acúmulo, de antigas partículas pode dar mau odor.


Uma dentadura que não está limpa nunca é confortável. A melhor maneira de evitar o acúmulo de tártaro é não deixar que se deposite. Tome cuidado para a dentadura não cair no chão, uma vez que ela poderá sofrer danos irreversíveis.
 

​Devo usar produtos de fixação?


Quase sempre não há necessidade de pó adesivo; deve-se usá-lo somente a conselho do seu dentista.


REVISTA DA APCD V. 49, Nº 5, SET./OUT. 1995

 

 


Higienização de próteses totais

​Que tipo de escova deve ser usada para limpar a prótese total?


Existe uma escova dental projetada para dentaduras, cuja característica é a presença de dois comprimentos de cerdas – curtas para higienizar a parte externa e os dentes da prótese, e longas para higienizar a parte interna da dentadura, que é de acesso difícil para a escova comum.
Essa escova não é encontrada com a mesma facilidade para compra como a escova comum, mas pode ser substituída por uma escova macia.


Que produtos devem ser utilizados para complementar a higienização da prótese total?


Atualmente, os fabricantes de escovas dentais já apresentam uma linha de produtos efervescentes para higienização química das próteses, contribuindo para diminuir a dificuldade encontrada pelos idosos ou portadores de problema de coordenação motora. É importante ressaltar que o uso de produtos efervescentes não substitui a higienização com escova e pasta.
 

​Como deve ser feita a higienização bucal do desdentado?


Nos pacientes idosos, freqüentemente portadores de dentadura, o fluxo salivar está diminuído, influenciado também pelo uso de medicamentos, o que pode gerar o início da halitose e maior número de cálculos. Para evitar várias doenças como a candidose, causada por fungo que pode se manifestar na boca, deve-se ter cuidado com a higiene bucal e a limpeza das próteses.


As dentaduras podem ser higienizadas mecanicamente com escovas apropriadas, dentifrício ou sabão e água fria, sempre após as refeições.


Recomenda-se, antes de iniciar a higiene, colocar uma toalha dentro da pia, pois em caso de queda, a prótese não se quebrará. Pode-se completar essa higiene com uma limpeza química com produtos efervescentes ou deixar a prótese em um copo com água e bicarbonato durante a noite.


O uso de produtos caseiros como água sanitária ou pós de limpeza (tipo Sapólio) não são indicados, uma vez que descolorem e arranham o acrílico.


Para a higienização da boca, deve-se escovar a língua com movimentos suaves utilizando uma escova macia e creme dental ou limpador de língua encontrado no mercado. Pode-se fazer bochechos com anti-sépticos bucais ou água filtrada e bicarbonato de sódio (2 colheres de chá em um copo com água).
 

​É necessário ficar algum período do dia ou da noite com a prótese fora da boca?


Este é um assunto difícil. Enquanto muitos autores recomendam a remoção das próteses durante a noite, para que os tecidos não fiquem sob ação das próteses e dos possíveis micro-organismos a elas associados, a maioria dos pacientes não aceitam essa conduta, pois se sentem constrangidos psicologicamente em tê-las em um
copo. Outro motivo para não dormir com as dentaduras é a diminuição da sua estabilidade e retenção, pois a tendência do paciente é “segurá-las” pela ação muscular ou apertando os dentes durante toda a noite, o que ocasionará dor devido à para função. Portanto, é recomendável dormir sem a dentadura, deixando-a sempre em um copo com água e bicarbonato ou produto efervescente para limpeza durante a noite.
 

​Quando não é mais possível higienizar a prótese a ponto de ela ter de ser substituída?


As próteses totais devem ser substituídas no máximo a cada cinco anos, pois os requisitos funcionais e estéticos estarão comprometidos, mesmo que tenham sido cuidadas e higienizadas rigorosamente. Durante esse tempo, deve ter havido controles para se checar tecidos moles, adaptação, oclusão, higiene e de cavidade oral.
Pacientes que tiveram tártaro nos dentes naturais provavelmente terão nas dentaduras artificiais. Não é difícil evitar que ele se forme se for feita uma higienização correta, pois caso contrário, a prótese terá odor desagradável, e a mucosa oral se apresentará inflamada.

Revista APCD, série Orientando o Paciente.

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Orientações Sobre Próteses Parcial Removível (PPR)

 

O  que é Prótese Parcial Removível (PPR)?


É um aparelho protético que substitui os dentes naturais, perdidos em arcadas nas quais ainda permanecem alguns dentes naturais, portanto, com perda parcial de dentes. E chamada de removível porque pode ser retirada pelo portador no momento que este desejar.
 

Pode-se, em todas as situações, optar entre PPR e Prótese Parcial Fixa (PPF)?


Não. Existem situações ideais para cada tipo de aparelho. De um modo geral, as PPRs são indicadas para casos de perda de um número grande de dentes e, principalmente, quando ausentes os últimos dentes (dentes posteriores).
 

Qual a mais cara?


A Prótese Parcial Fixa é, quase sempre, mais cara. Isso não quer dizer que, por ser mais barata, a PPR não mereça a mesma atenção e os mesmos cuidados na sua execução.

Como este aparelho se fixa na boca?


Através de grampos "semiflexíveis" metálicos apoiados em dentes naturais (dentes pilares) e por um perfeito assentamento do aparelho sobre a gengiva das áreas desdentadas.
 

É possível eliminar os grampos metálicos a fim de torná-la imperceptível?


Toda PPR convencional necessita de grampos. Para e eliminá-los, seria necessário um aparelho removível que se adapte através de encaixes (attachments) colocados em coroas protéticas cimentadas sobre alguns dentes naturais remanescentes. Essa prótese, é mais indicada quando a estética é fundamental. Ela possui custo mais elevado e técnicas sofisticadas para sua execução.
 

Os grampos estragam os dentes naturais?


Não. Eles devem ser feitos com técnicas corretas e o portador deve higienizá-los cuidadosamente, bem como os dentes naturais e o aparelho, pois o que causa a cárie é a placa, bactérias que se fixa no dente natural e nas superfícies dos grampos. Sem a presença dessa placa bacteriana, o dente se manterá sadio (com grampos).
 

Como deve se fazer para higienizá-los?


A prótese deverá ser removida para limpeza sempre após a ingestão de alimentos. Deve-se utilizar escovas especiais que facilitem a limpeza das superfícies internas - por exemplo, escova cilíndrica, do tipo usado para limpeza de armas. Remover bactérias, fungos e restos de alimentos do aparelho é tão importante quanto a limpeza dos dentes naturais.
Para todo paciente portador de próteses, é necessário fazer visitas periódicas ao dentista, já que é considerado paciente dentado. De uma forma profissional, é preciso verificar o funcionamento da prótese e fazer a higienização dos dentes e do aparelho.
 

Qual a eficiência mastigatória da PPR?


Uma PPR é mais eficiente na mastigação quando o seu número de dentes artificiais é pequeno, quando é dento-suportada, isto é, quando existem dentes naturais nos dois extremos vizinhos ao espaço desdentado, e quando os dentes do arco antagonista são naturais ou próteses fixas.
 

É fácil se adaptar a elas?


Sim, quando ela for bem executada e o portador tiver um mínimo de paciência para a adaptação e acomodação.
 

Deve-se retirar a PPR para dormir?


Sim, mesmo que ela apresente condições de retenção, suporte a estabilidade e não esteja causando nenhum desconforto aos dentes ou aos tecidos gengivais.
 

Quanto dura uma PPR?


Por depender de muitos fatores que fogem controle do dentista, fica difícil fazer tal previsão, mas se conhecem muitos aparelhos com mais de dez anos em uso. Boa indicação, boa execução, cuidados caseiros e revisões periódicas serão fundamentais para conseguir tal longevidade.
 

REVISTA DA APCD V. 50, Nº 2, MAR./ABR. 1996 – Série Orientando o Paciente.


Instruções para o paciente que usa prótese removível
 

Como colocar e remover a prótese removível?


Colocar - Primeiro, posicione a prótese corretamente sobre os dentes. Vá apertando de leve com os dedos, nos dois lados, até que ela se encaixe por completo.
 

Remover - Remova a prótese com a mesma força que você a colocou, mas no sentido contrário. Para remover a prótese inferior, use os polegares e, para a prótese superior, use os indicadores.
 

Como limpar os dentes e a prótese?


A prótese e os dentes devem ser limpos sempre após as refeições, pois resíduos alimentares ficam retidos nos dentes, na gengiva e na prótese. (Diminua a quantidade de açúcar e doces).

 

Dentes - Remova a prótese da boca e passe o fio dental. Em seguida, escove cuidadosamente todos os lados dos dentes com uma escova macia e de cabeça pequena.
 

Prótese - Segure a prótese em cima de uma toalha ou pia cheia de água, assim se ela cair, não vai quebrar. Escove a prótese depois de comer, usando outra escova, com sabão neutro ou sabonete. Evite usar pasta de dente. Não esqueça de limpar também a parte interna (que fica em contato com a gengiva) e os grampos (que ficam em contato com os dentes).
Não ferva a prótese.
 

Como mastigar e o que comer com a prótese?


Enquanto você estiver aprendendo a comer, comece com alimentos macios, em pequenos pedaços e mastigando devagar. Alimentos pegajosos e duros poderão ser introduzidos à medida que você se sentir mais acostumado com a sua prótese.

Minha prótese vai funcionar como os dentes naturais?


Toda prótese tem limitações. Desse modo, você poderá não ter a mesma eficiência na mastigação como uma pessoa que tem todos seus dentes naturais. Por isso, cuidado ao comer alimentos duros e pegajosos.
 

Terei dificuldade para falar?


Você pode encontrar alguma dificuldade para falar no começo. Isso vai melhorar com o tempo, quase sem que você perceba. Procure ler em voz alta para se acostumar mais rapidamente.
 

Poderei sentir algum desconforto no início?


Desconforto freqüentemente acontece no início. Caso ele persista, remova a prótese antes que ela provoque um ferimento. Deixe de usar a prótese e faça um bochecho com água morna várias vezes ao dia e no dia marcado para o ajuste, recolocar a prótese algumas horas antes de ser atendido. Se você vier com a prótese antiga ou com a nova fora da boca, será difícil saber com certeza onde a prótese está incomodando. Às vezes a produção de saliva pode aumentar, voltando ao normal com o uso.
 

Depois de calejar vai melhorar?


Não. Você não tem que sofrer até formar um calo para acostumar com sua prótese. Se a prótese estiver machucando, não é calejando que vai melhorar. Procure o seu cirurgião-dentista.
 

Cuidado - Perigo!!!


-Não usar alicate ou qualquer outra ferramenta para apertar ou afrouxar os grampos ou “ferrinhos”.
-Não usar lixas ou qualquer outra coisa para desgastar onde estiver machucando.
Não fazer qualquer tentativa de ajuste.
-Não morder objetos, sugar os lábios ou a bochecha por entre a prótese.Cuidado com os conselhos de parentes e amigos. Se você tiver algum problema com sua prótese, procure o seu cirurgião-dentista.
 

Eu devo usá-la o tempo todo?


A prótese deve ser removida à noite para dormir, pois a gengiva e os dentes que a suportam, precisam de uma oportunidade de descanso depois de um dia duro de trabalho. Quando não estiver usando sua prótese, guardá-la em um local seco e seguro.
 

Quando devo voltar ao cirurgião-dentista?


O tratamento com sua prótese começa agora. Retornos periódicos são muito importantes para o controle do trabalho realizado e avaliação de sua saúde bucal. Sendo assim, não deixe de ir aos retornos agendados pelo cirurgião-dentista.

Revista APCD, Sessão Orientando o Paciente Jan./Fev 2008 Vol. 62 Nº 1

Entrevista sobre implante dentário no canal NGT, com o Dr. Markarian, especialista em implantes pela USP.